Ficha de Anamnese de Estética: Tudo o Que Você Precisa Saber

Publicado em: 15/08/2019 Atualizado em: 13/07/2026 Tempo de leitura: 19 minutos Por: Mariana Schultz

Saiba o que uma ficha de anamnese de estética deve conter e como preenchê-la para um atendimento seguro e organizado.


Antes de realizar um procedimento estético, existe uma etapa que não deveria ser tratada como mera formalidade: conhecer o histórico, as condições de saúde, os hábitos, as expectativas e as particularidades de cada cliente. É justamente essa a função da ficha de anamnese de estética.

Por meio dela, o profissional reúne informações importantes para avaliar cada caso com mais cuidado, identificar possíveis contraindicações, personalizar o atendimento e manter um histórico organizado da evolução do cliente.

Mas afinal, o que uma boa ficha de anamnese estética precisa ter? Como preenchê-la corretamente? Ela pode ser digital? É preciso atualizá-la? E como ficam os dados pessoais diante da LGPD?

Neste artigo, você encontrará as respostas para essas perguntas, além de um modelo completo de ficha de anamnese para adaptar à realidade da sua clínica.

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O que é uma ficha de anamnese de estética?

A ficha de anamnese de estética é um documento utilizado para registrar informações relevantes sobre o cliente ou paciente antes da realização de um procedimento.

Ela pode reunir dados como:

  • informações pessoais;
  • queixa principal;
  • objetivos e expectativas;
  • histórico de saúde;
  • medicamentos em uso;
  • alergias;
  • procedimentos anteriores;
  • hábitos de vida;
  • rotina de cuidados;
  • possíveis contraindicações;
  • observações realizadas pelo profissional.

Na prática, a anamnese é uma entrevista estruturada que ajuda o profissional a compreender melhor a pessoa que está sendo atendida e a avaliar fatores que podem interferir na segurança, na indicação ou nos resultados de determinado procedimento. Simplesmente preencher um formulário, fazer uma boa anamnese significa ouvir, investigar, registrar e analisar informações relevantes antes de iniciar o atendimento.

Para que serve a ficha de anamnese estética?

Imagine que uma cliente procura a clínica interessada em realizar um determinado tratamento. Durante a conversa, ela comenta que utiliza um medicamento contínuo, apresenta uma alergia específica ou realizou recentemente outro procedimento.

Essas informações podem ser fundamentais para a avaliação profissional.

Por isso, uma ficha de anamnese bem estruturada ajuda a:

  • conhecer o histórico do cliente;
  • registrar condições de saúde relevantes;
  • identificar possíveis contraindicações;
  • compreender expectativas e objetivos;
  • individualizar o atendimento;
  • acompanhar a evolução ao longo do tempo;
  • melhorar a comunicação entre cliente e profissional;
  • manter um histórico organizado dos atendimentos.

O objetivo não é apenas acumular informações, mas transformar esses dados em apoio para uma avaliação mais cuidadosa e um atendimento mais personalizado.

O que não pode faltar em uma ficha de anamnese de estética?

Não existe um único modelo capaz de atender perfeitamente todas as clínicas, especialidades e procedimentos.

Uma ficha para estética facial, por exemplo, pode exigir informações diferentes de uma ficha destinada à estética corporal, depilação a laser, procedimentos capilares ou harmonização orofacial.

Ainda assim, alguns grupos de informações são comuns à maioria das fichas.

1. Dados de identificação

Inclua informações básicas como:

  • nome completo;
  • data de nascimento;
  • telefone;
  • e-mail;
  • profissão, quando relevante;
  • pessoa para contato, quando necessário.

Evite coletar dados sem uma finalidade clara. Quanto mais sensível for a informação, maior deve ser o cuidado com sua necessidade, utilização, acesso e armazenamento.

2. Queixa principal

A ficha deve permitir que o cliente explique, com suas próprias palavras, o motivo que o levou a procurar a clínica.

Por exemplo:

“O que mais incomoda você atualmente?”

Essa pergunta pode trazer informações importantes sobre prioridades, expectativas e percepção pessoal.

3. Objetivo com o tratamento

Nem sempre o que o profissional identifica como prioridade é exatamente o que motivou o cliente a buscar atendimento.

Por isso, pergunte:

“Qual resultado você espera alcançar?”

Essa informação ajuda a alinhar expectativas desde o início.

4. Histórico de saúde

Dependendo da área de atuação e do procedimento realizado, pode ser necessário investigar informações como:

  • doenças ou condições de saúde preexistentes;
  • cirurgias anteriores;
  • alterações circulatórias;
  • alterações dermatológicas;
  • condições hormonais;
  • problemas de cicatrização;
  • histórico de queloides;
  • outras condições relevantes para o procedimento avaliado.

As perguntas devem ser adaptadas à formação do profissional, ao serviço oferecido e às normas aplicáveis à sua atividade.

5. Medicamentos em uso

Registre medicamentos utilizados atualmente e outras informações que possam ter relevância para a avaliação.

Uma pergunta aberta como:

“Você utiliza algum medicamento atualmente? Qual?”

costuma ser mais eficiente do que simplesmente apresentar as opções “sim” ou “não”.

6. Alergias e sensibilidades

Pergunte sobre alergias conhecidas a:

  • medicamentos;
  • cosméticos;
  • substâncias;
  • adesivos;
  • anestésicos, quando pertinente;
  • outros produtos relacionados ao procedimento realizado.

É importante permitir um espaço para detalhamento.

7. Procedimentos estéticos anteriores

Inclua perguntas como:

  • Já realizou procedimentos estéticos anteriormente?
  • Quais?
  • Quando?
  • Houve alguma reação ou intercorrência?
  • Ficou satisfeita com o resultado?

Esse histórico pode fornecer informações valiosas para a avaliação atual.

8. Hábitos e estilo de vida

Conforme o tipo de atendimento, a ficha também pode investigar:

  • exposição solar;
  • uso de protetor solar;
  • consumo de água;
  • alimentação;
  • atividade física;
  • tabagismo;
  • consumo de bebidas alcoólicas;
  • qualidade do sono;
  • rotina de cuidados com a pele;
  • utilização de cosméticos e ativos.

Não é necessário fazer todas essas perguntas em qualquer situação. O ideal é selecionar apenas aquelas realmente relevantes para o atendimento.

9. Avaliação do profissional

Além das respostas fornecidas pelo cliente, a ficha deve possuir um espaço destinado às observações do profissional.

Esse campo pode registrar características observadas, informações complementares, área avaliada, objetivos definidos e outras anotações pertinentes ao atendimento.

10. Data, declaração e assinaturas

A ficha deve identificar quando aquelas informações foram coletadas e permitir o registro adequado das declarações e assinaturas aplicáveis ao atendimento.

É importante lembrar que a ficha de anamnese e o termo de consentimento possuem funções diferentes, assunto que veremos mais adiante.

Checklist: o que colocar na ficha de anamnese estética

InformaçãoPor que é importante?
Dados pessoaisIdentifica corretamente o cliente
Queixa principalMostra o motivo da procura pelo atendimento
Objetivos e expectativasAjuda a alinhar o resultado esperado
Histórico de saúdePermite conhecer condições relevantes
MedicamentosPode revelar fatores importantes para a avaliação
AlergiasAjuda a identificar sensibilidades conhecidas
Procedimentos anterioresRegistra o histórico estético
Hábitos de vidaAcrescenta contexto à avaliação
Produtos utilizadosAjuda a compreender a rotina atual
Observações profissionaisRegistra informações identificadas durante a avaliação
Data e assinaturasFormaliza o registro realizado
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Como preencher corretamente uma ficha de anamnese?

Uma boa ficha não depende apenas das perguntas escolhidas. A forma como a anamnese é conduzida também faz diferença.

Faça a anamnese em um ambiente adequado

O cliente pode precisar compartilhar informações pessoais e relacionadas à sua saúde. Por isso, a conversa deve acontecer com privacidade e sem exposições desnecessárias.

Não faça perguntas apenas para preencher espaços

Cada pergunta deve possuir uma finalidade.

Ao criar ou revisar sua ficha, pergunte:

“Por que preciso saber isso e como essa informação será utilizada?”

Esse cuidado evita formulários excessivamente longos e a coleta desnecessária de dados.

Dê espaço para explicações

Perguntas exclusivamente fechadas, com respostas de “sim” ou “não”, podem deixar informações importantes de fora.

Sempre que necessário, ofereça um campo para detalhamento.

Confirme respostas importantes

Quando uma informação puder influenciar diretamente a avaliação, vale confirmá-la durante a conversa.

Por exemplo:

“Você informou que utiliza este medicamento. Há quanto tempo faz uso dele?”

Não preencha respostas que o cliente não forneceu

Evite presumir informações ou completar campos sem confirmação.

Quando o cliente não souber responder, registre isso de maneira adequada.

Explique por que determinadas perguntas são feitas

Algumas pessoas podem não entender a relação entre uma pergunta sobre saúde, hábitos ou medicamentos e um procedimento estético.

Explicar brevemente o motivo da pergunta contribui para uma comunicação mais transparente.

Quando a ficha de anamnese deve ser atualizada?

Uma ficha preenchida anos atrás não deve ser automaticamente considerada suficiente para todos os atendimentos futuros.

A saúde, os medicamentos, os hábitos e as condições de uma pessoa podem mudar.

Por isso, é recomendado confirmar periodicamente se houve alterações relevantes, especialmente antes de um novo procedimento ou quando o cliente retorna após um longo período sem atendimento.

Algumas perguntas úteis são:

“Desde sua última avaliação, houve alguma mudança na sua saúde?”

“Começou a utilizar algum novo medicamento?”

“Desenvolveu alguma alergia ou sensibilidade?”

“Realizou algum novo procedimento?”

Em vez de criar diversos documentos isolados, uma clínica pode manter o histórico das avaliações e registrar as atualizações ao longo do tempo.

A ficha de anamnese estética é obrigatória?

Essa pergunta exige cuidado.

Não existe uma única regra geral que possa ser aplicada indistintamente a todos os profissionais, procedimentos e áreas da estética no Brasil. As obrigações podem variar conforme a profissão, o conselho profissional competente, o procedimento realizado, normas sanitárias e outras regulamentações aplicáveis.

Por isso, não é correto simplesmente afirmar que existe uma única lei tornando a mesma ficha obrigatória para absolutamente qualquer atendimento estético.

Independentemente disso, registrar adequadamente informações relevantes para a avaliação contribui para a organização do atendimento, para o histórico do cliente e para a documentação das informações apresentadas antes do procedimento.

A clínica e o profissional devem verificar as normas específicas de sua atividade e, quando necessário, buscar orientação jurídica ou de seu respectivo conselho profissional.

A ficha de anamnese pode ser digital?

Sim. A anamnese pode ser organizada em meio digital, desde que sejam adotados os cuidados adequados com acesso, privacidade, segurança e tratamento dos dados.

Para muitas clínicas, a ficha digital oferece vantagens práticas, como:

  • acesso mais rápido às informações;
  • histórico centralizado;
  • redução da dependência de arquivos físicos;
  • facilidade para atualizar dados;
  • melhor organização dos registros;
  • possibilidade de integrar fotos, evoluções e outros documentos ao cadastro do cliente.

Porém, simplesmente substituir o papel por um arquivo digital não garante, por si só, maior segurança.

É necessário considerar quem pode acessar os dados, como eles são armazenados, quais mecanismos de proteção são utilizados e como a clínica administra todo o ciclo de vida dessas informações.

Ficha de anamnese e LGPD: quais cuidados a clínica deve ter?

Esse é um dos pontos mais importantes para clínicas que coletam informações relacionadas à saúde.

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a LGPD, classifica dados referentes à saúde como dados pessoais sensíveis. Isso significa que essas informações exigem cuidados específicos em seu tratamento. anamnese pode reunir informações sobre:

  • condições de saúde;
  • doenças;
  • medicamentos;
  • alergias;
  • histórico de tratamentos;
  • cirurgias;
  • outras informações pessoais.

Por isso, clínicas devem olhar para a proteção de dados desde a coleta até eventual eliminação das informações, considerando a finalidade do tratamento, as hipóteses legais aplicáveis, os riscos e as medidas de segurança necessárias. Alguns cuidados importantes incluem:

  • coletar somente informações necessárias;
  • deixar clara a finalidade dos dados;
  • restringir o acesso a pessoas autorizadas;
  • evitar exposição indevida de informações;
  • utilizar sistemas e processos adequados de segurança;
  • estabelecer cuidados com armazenamento e compartilhamento;
  • manter uma política de privacidade coerente com as atividades realizadas.

Vale lembrar que a LGPD não significa simplesmente pedir consentimento para absolutamente tudo. Existem diferentes bases legais previstas na legislação, e sua aplicação depende do contexto e da finalidade do tratamento dos dados. namnese em papel ou digital: qual é melhor?

As duas formas podem ser utilizadas, desde que estejam adequadas à realidade da clínica e às exigências aplicáveis.

Ficha em papelFicha digital
Exige espaço físico para armazenamentoPode centralizar informações no sistema
Pode dificultar buscas em grandes arquivosPermite localização mais rápida do cadastro
Pode sofrer desgaste ou extravio físicoDepende de segurança tecnológica e controle de acesso
Atualizações podem ficar espalhadas em diferentes folhasPode manter um histórico mais organizado
Compartilhamento exige cuidados físicosAcesso digital também exige permissões e proteção

Leia também ⟶ Inteligência Artificial para Clínicas de Estética

Para clínicas com muitos clientes e grande volume de atendimentos, a digitalização pode facilitar significativamente a rotina, desde que realizada com responsabilidade.

Qual é a diferença entre ficha de anamnese e termo de consentimento?

Embora possam ser utilizados em conjunto, eles possuem finalidades diferentes.

Ficha de anamnese

Serve para coletar e registrar informações sobre o cliente, seu histórico, condições relevantes, hábitos, procedimentos anteriores e outros dados necessários à avaliação.

Termo de consentimento

Tem como objetivo registrar que a pessoa recebeu informações pertinentes ao procedimento e manifestou sua decisão de forma adequada, conforme as exigências aplicáveis ao atendimento.

Ou seja:

A ficha de anamnese pergunta e registra informações sobre o cliente.

O termo de consentimento apresenta informações relacionadas ao procedimento e documenta a manifestação do cliente ou paciente.

Um documento não substitui automaticamente o outro.

Quem deve assinar a ficha de anamnese estética?

Isso pode depender do modelo utilizado, da atividade profissional e das regras aplicáveis.

Em muitos casos, a ficha possui espaço para identificação e assinatura do cliente ou paciente, registrando as informações declaradas, e do profissional responsável pela avaliação.

Quando forem utilizadas assinaturas eletrônicas ou digitais, é importante verificar se a solução adotada é adequada à finalidade pretendida e às normas aplicáveis ao documento.

Por quanto tempo a ficha de anamnese deve ser guardada?

Não é adequado estabelecer um único prazo de armazenamento como regra universal para todas as clínicas e todos os profissionais.

O período de guarda pode variar de acordo com:

  • a categoria profissional;
  • as normas do conselho correspondente;
  • o tipo de procedimento realizado;
  • obrigações legais e regulatórias;
  • necessidades de defesa de direitos;
  • as regras de proteção de dados aplicáveis.

Portanto, antes de simplesmente adotar um prazo como “5 anos” para todas as situações, a clínica deve verificar quais normas se aplicam especificamente à sua atividade.

Pela perspectiva da proteção de dados, também é importante avaliar a finalidade e a necessidade da conservação das informações ao longo de todo o seu ciclo de vida. os tipos de anamnese?

De maneira geral, a entrevista pode ser conduzida de formas diferentes.

Anamnese livre

O cliente relata espontaneamente seu histórico, suas experiências, queixas e informações que considera importantes, enquanto o profissional registra os principais pontos.

Esse formato permite liberdade, mas pode aumentar a possibilidade de determinadas questões importantes não serem abordadas.

Anamnese dirigida

O profissional segue um roteiro de perguntas previamente estruturado.

As perguntas podem ser abertas ou fechadas e são organizadas conforme as informações relevantes para aquele atendimento.

Para clínicas que buscam padronização, a anamnese dirigida costuma facilitar o processo, pois cria uma sequência consistente de perguntas.

Também é possível combinar as duas abordagens: utilizar uma ficha estruturada e, ao mesmo tempo, dar espaço para que o cliente fale livremente sobre suas necessidades e preocupações.

Os erros mais comuns em uma ficha de anamnese

Uma ficha longa não é necessariamente uma boa ficha.

Alguns erros podem reduzir sua utilidade.

Usar a mesma ficha para qualquer procedimento

Procedimentos diferentes podem exigir avaliações diferentes.

Um formulário genérico demais pode deixar de investigar questões realmente relevantes.

Fazer perguntas sem finalidade

Coletar dados apenas porque “sempre foi assim” pode resultar em fichas enormes e informações desnecessárias.

Não permitir explicações

Uma sequência de respostas “sim” ou “não” pode ser insuficiente.

Crie campos para observações e detalhamentos.

Nunca atualizar as informações

Medicamentos, condições de saúde e hábitos mudam.

Uma ficha antiga não deve ser tratada automaticamente como se ainda representasse a situação atual.

Deixar fichas expostas

Documentos com informações pessoais e de saúde exigem cuidado, sejam eles físicos ou digitais.

Confundir anamnese com consentimento

Os dois documentos possuem objetivos diferentes e não devem ser tratados como sinônimos.

Perguntar muito, mas não utilizar as respostas

A ficha deve fazer parte da avaliação.

Não adianta coletar dezenas de informações e ignorá-las durante o atendimento.

Exemplo prático: por que uma boa anamnese faz diferença?

Imagine que uma cliente agenda uma avaliação para realizar um procedimento facial.

Durante a anamnese, o profissional descobre que ela:

  • iniciou recentemente o uso de um medicamento;
  • realizou outro procedimento há poucos dias;
  • teve uma reação anterior a determinado produto;
  • espera alcançar um resultado incompatível com a proposta do tratamento.

Sem uma conversa adequada, algumas dessas informações poderiam passar despercebidas.

Com uma ficha bem estruturada, o profissional consegue registrar esses pontos, aprofundar as perguntas necessárias, alinhar expectativas e avaliar qual é a conduta adequada dentro de sua área de atuação.

Esse é o verdadeiro valor da anamnese: transformar informações dispersas em uma avaliação mais organizada e individualizada.

Como organizar fichas de anamnese em uma clínica de estética?

Quando a clínica atende poucos clientes, manter documentos organizados pode parecer relativamente simples.

Porém, conforme o número de atendimentos aumenta, começam a surgir desafios:

  • localizar rapidamente uma ficha antiga;
  • acompanhar mudanças no histórico;
  • encontrar fotos de antes e depois;
  • consultar evoluções anteriores;
  • saber qual profissional realizou determinado atendimento;
  • manter documentos associados ao cadastro correto.

É nesse cenário que um sistema para clínica de estética pode facilitar a rotina.

Com o Belle Software, por exemplo, é possível manter informações da anamnese integradas ao cadastro e ao histórico do cliente, facilitando a consulta das informações durante os atendimentos e reduzindo a dependência de fichas espalhadas em arquivos físicos.

A proposta não é simplesmente trocar papel por tela, mas centralizar as informações relevantes para que a equipe consiga acessar o histórico de maneira mais organizada.

Por que usar uma ficha de anamnese digital?

Para clínicas que desejam profissionalizar sua gestão, a ficha de anamnese digital pode trazer benefícios como:

  • maior organização das informações;
  • consulta rápida ao histórico;
  • atualizações mais fáceis;
  • centralização dos dados do cliente;
  • integração com fotos e documentos;
  • redução do uso de papel;
  • histórico acessível aos profissionais autorizados.

No Belle Software, a clínica pode manter a ficha de anamnese junto ao prontuário e às demais informações do cliente, reunindo em um só lugar dados importantes para o acompanhamento dos atendimentos.

Perguntas frequentes sobre ficha de anamnese estética

O que é uma ficha de anamnese estética?

É um documento utilizado para coletar e registrar informações relevantes sobre o cliente ou paciente antes de um procedimento, como histórico de saúde, medicamentos, alergias, hábitos, procedimentos anteriores, queixas e expectativas.

O que deve conter em uma ficha de anamnese?

Uma boa ficha pode incluir dados de identificação, queixa principal, objetivos, histórico de saúde, medicamentos, alergias, procedimentos anteriores, hábitos relevantes, avaliação profissional, data e campos de assinatura quando aplicáveis.

A ficha de anamnese pode ser digital?

Sim. Ela pode ser mantida digitalmente, desde que sejam observados os cuidados aplicáveis à privacidade, segurança, controle de acesso e proteção dos dados.

A ficha de anamnese precisa ser atualizada?

É importante confirmar periodicamente se houve mudanças relevantes na saúde, nos medicamentos, nas alergias ou em outras condições do cliente, especialmente antes de novos procedimentos ou após longos períodos sem atendimento.

A ficha de anamnese é igual ao termo de consentimento?

Não. A ficha de anamnese registra informações sobre o cliente e seu histórico. O termo de consentimento possui outra finalidade, relacionada às informações sobre o procedimento e à manifestação do cliente ou paciente.

Quem deve preencher a ficha de anamnese?

A coleta das informações deve ocorrer de forma adequada à atuação profissional e ao procedimento realizado. O cliente fornece informações sobre seu histórico, enquanto o profissional pode conduzir a entrevista, esclarecer respostas e registrar sua própria avaliação.

Preciso ter uma ficha diferente para cada procedimento?

Nem sempre é necessário criar uma ficha completamente nova, mas o formulário deve ser adequado às informações relevantes para cada tipo de procedimento. Uma ficha genérica demais pode não investigar pontos importantes.

Dados da ficha de anamnese são protegidos pela LGPD?

Sim. Uma ficha pode conter dados pessoais e informações referentes à saúde, que são classificadas pela LGPD como dados pessoais sensíveis e exigem cuidados específicos. mpo devo guardar uma ficha de anamnese?

Não existe um único prazo universal válido para toda clínica, profissão e procedimento. É necessário verificar as regras específicas aplicáveis à categoria profissional, ao serviço realizado e às demais obrigações legais e regulatórias.

Posso enviar a ficha para o cliente preencher antes do atendimento?

Isso pode ser feito quando o processo e a ferramenta utilizados forem adequados à coleta das informações e aos cuidados necessários com privacidade e segurança. Mesmo assim, o profissional deve revisar as respostas e aprofundar questões relevantes durante a avaliação.

Conclusão

A ficha de anamnese de estética é muito mais do que um formulário preenchido antes de um procedimento.

Quando bem elaborada e corretamente utilizada, ela ajuda o profissional a conhecer melhor cada cliente, organizar o histórico dos atendimentos, identificar informações relevantes para a avaliação e oferecer uma experiência mais individualizada.

Para isso, a ficha deve ser objetiva, adaptada aos procedimentos realizados, atualizada sempre que necessário e tratada com atenção especial à privacidade e à proteção dos dados.

E conforme a clínica cresce, manter todas essas informações organizadas se torna cada vez mais importante.

Com o Belle Software, a clínica pode centralizar fichas de anamnese, prontuários, fotos, históricos e outras informações importantes do cliente em um único sistema, tornando a rotina mais organizada e facilitando o acesso aos dados necessários durante os atendimentos.

Quer deixar as fichas de anamnese e os prontuários da sua clínica mais organizados? Conheça o Belle Software e veja como a tecnologia pode simplificar sua rotina.

9 comentários em “Ficha de Anamnese de Estética: Tudo o Que Você Precisa Saber”

  1. Tatiana Becker disse:

    Informações de extrema importância para qualquer indicativa ou experiência no ramo de estética

  2. ALINE FERREIRA DOS SANTOS MACEDO disse:

    Conteúdo de grande valia para montar uma boa ficha de anamnese e gerir uma clinica.

  3. Claudia regina nunes disse:

    De acordo proposto aprovo plenamente este conteúdo para minha área de trabalho, ao exercer uma ficha anamnese né sinto mais confiante aplicá-la

  4. Fabiene Rosa do Nascimento disse:

    Amei cada dia mais apaixonada pelo meu curso

  5. Janete Pereira Dias Bueno disse:

    Essencial a ficha para ter o conhecimento e sobre os procedimentos que poderá ser feito em casa paciente além de resguardar de resguardar a clínica de algum caso jurídicos

  6. Jussara Sena disse:

    “A ficha de anamnese é um exemplo de como a faculdade prioriza a segurança e o bem-estar dos clientes. A inclusão dessa ferramenta no currículo é um grande passo para garantir que os alunos estejam preparados para trabalhar de forma responsável e ética. Parabéns à equipe docente por seu compromisso com a qualidade da educação.”

  7. CRISTIANE FERREIRA ALMEIDA DOS SANTOS disse:

    nao consigo entra no grupo do watssap pois só tenho o web e nao dá par entrar alguem pode me ajudat

  8. Ariana Adélia De Souza Machado disse:

    Essencial a ficha para ter o conhecimento e sobre os procedimentos que poderá ser feito em casa paciente além de resguardar de resguardar a clínica de algum caso jurídicos

  9. Rosilaine tassi de Oliveira disse:

    A Anamnese e histórico, que nao deve faltar…e até mesmo para nós massoterapeutas tendo um controle…do atendimento feito..

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